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  • Foto do escritorAbner Oliveira

Teatro Amazonas é eleito o “monumento mais bonito” do Brasil!

Em todos os cantos do Brasil existem arquiteturas únicas que transmitem a cultura regional e carregaram uma tradição brasileira. Conhecido como um dos principais cartões-postais da Amazônia, o centro histórico Teatro Amazonas conquistou o título de “monumento mais bonito” do Brasil pelo site português Angi.

Ao todo, 132 países foram analisados a partir de informações, opiniões e conteúdos relacionados ao turismo. No Brasil, o teatro bateu o recorde de mais vezes associado à palavra “bonito” nos comentários online do site de viagens TripAdvisor.

O símbolo arquitetônico da capital amazonense está localizado no Largo de São Sebastião e contempla boa parte da história do ciclo da borracha (período em que a produção e comercialização de látex marcaram a economia da região), há 126 anos.

Com uma beleza única, o seu interior abriga um salão com o teto côncavo que revelam quatro telas pintadas em Paris pela tradicional Casa Carpezot. Ao centro, existe um magnífico lustre de bronze francês, que se soma às máscaras nas colunas da plateia, em homenagem a compositores e dramaturgos como Aristophanes, Molière, Rossini, Mozart e Verdi. Outro grande destaque do prédio é o teto feito por Domenico de Angelis, em 1899, chamado de “A glorificação das Bellas Artes da Amazônia”.

Manaus, onde está localizado, é um lugar incrível que todo turista precisa conhecer! Não é só entre as belezas monumentais que a cidade se destaca. Uma lista do jornal norte-americano New York Times relaciona 52 destinos turísticos para se conhecer em 2023. Nela, aparece Manaus, com destaque para a sua culinária única como o tacacá, pirarucu, pacu, bolinho de surubim, matrinxã, tucunaré, açaí e muito mais.

Crédito: Roberto Castro/MTur


Recentemente, o Teatro Amazonas recebeu o investimento de mais de R$ 2,6 milhões do Fundo de Defesa de Direitos Difusos (FDD), para modernização do sistema de proteção de incêndios, pânico e de descargas atmosféricas. A obra foi executada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

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